Existem vários tipos de pimenta: malagueta, dedo de moça, biquinho etc. E, todas são ardidas e muito bem conhecidas pela sensação quente pois queimam por dentro ao ser ingeridas.

Mesmo assim, muita gente gosta e não dispensa a pimenta para temperar sua comida no dia a dia.

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A responsável pelo sabor ardido das pimentas vermelhas é uma substância chamada Capsaicina, cujas propriedades auxiliam a digestão e estimulam a produção de secreções no estômago com ação anti-inflamatória.

A pimenta também acelera o metabolismo, o que pode ser muito interessante para quem quer perder peso, pois promove a queima de calorias e favorece o controle do peso corporal.

Comer pimenta antes das refeições ajuda a reduzir a fome pois a pimenta é um alimento termogênico.

E, por ser rica em vitaminas, cálcio e potássio a pimenta possui propriedades vasodilatadoras que impedem a formação de coágulos no sangue facilitando a circulação nas veias.

Além de ajudar a diminuir os níveis de colesterol ruim, possuir propriedades antioxidantes e ser fonte de vitaminas A, C e E.

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Mas a melhor forma de ingerir o alimento é em sua forma fresca, pois garante a preservação dos nutrientes.

Todos os tipos de pimenta sob a forma desidratada, de molhos, em conservas e geleias, por exemplo, podem sofrer perda nutricional, principalmente de vitaminas.

Contra indicações

Como quaisquer outros tipos de alimentos, quando em excesso, a pimenta também pode gerar problemas como irritações na mucosa estomacal e outros distúrbios alimentares, como feridas na boca e azia.

Para pessoas que sofrem com gastrite e/ou úlcera o consumo deve ser bem reduzido ou ainda suspenso, conforme recomendação do médico ou nutricionista.

Fora casos específicos o consumo moderado, da pimenta, traz muitos benefícios à saúde de quem a consome.

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